Como se sabe, a crise financeira bateu forte no Brasil e deixou muitos desempregados. Mais do que isso, tirou investimentos em educação e saúde e colocou uma enorme desconfiança no país. No entanto, há um mercado que não chegou nem perto de ser afetado: o mercado imobiliário de alto padrão.

Primeiro, vamos conceituar um pouco o assunto. Entende-se por imóveis de luxo aqueles cujos preços ultrapassam a casa de 1 milhão de reais. Dentro dessa realidade, a procura por imóveis de alto padrão cresceu 32% no Brasil no período de um ano, segundo levantamento do portal VivaReal feito no terceiro trimestre de 2015. Liderando essa estatística, aparece a capital Fortaleza, onde a busca por unidades desse tipo aumentou 92%.

E não para por aí. Mato Grosso, estado que apresentou o maior crescimento de pessoas de alto poder aquisitivo na última década, também vem recebendo empreendimentos de classe A. Por exemplo, a construtora CX Construções ergue imóveis de alto padrão em áreas de 11 mil metros quadrados, permitindo áreas de lazer e de apartamentos de mais de 400 metros quadrados.

Na capital paulista, a história se repete. O volume de lançamentos de imóveis com preço superior a 3 milhões de reais cresceu 20% em 2015, de acordo com os dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação do estado de São Paulo). Por sua vez, Curitiba lançou 22 edifícios superluxo em 2015 contra 12 em 2014. Os números são da Ademi-PR (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná).

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Por que este mercado não é afetado pela crise

A crise atinge, essencialmente, as camadas mais populares e a classe média. Não podendo financiar um imóvel, o mercado fica estagnado. Isso não acontece ao mercado imobiliário de alto padrão. O público que adquire esses imóveis, em sua grande maioria, não precisa recorrer ao empréstimo bancário para concretizar o negócio. Eles já possuem capital suficiente para a compra.

Além disso, o mercado imobiliário de luxo ganha força à medida que os investidores preferem tirar capital de ações para aplica-lo em um investimento mais seguro, que é o caso dos imóveis.

Como o corretor de imóveis pode se dar bem neste mercado

Se o mercado imobiliário de alto padrão está para peixe, o corretor que atua com esse tipo de produto não tem do que reclamar. Sabemos que a comissão de um corretor autônomo é de 6% sob o valor da venda. Isso significa, na prática, que se o profissional conseguir vender um imóvel de 1 milhão de reais, ele vai receber 60 mil reais. Uma ótima quantia para uma venda, não?

Só que para alcançar esses valores, o corretor de imóveis precisa entender os costumes e perfil de um comprador de imóveis de alto padrão. Diferente do público comum, ele não trata o imóvel como um sonho de consumo. Na verdade, o imóvel é mais uma recompensa pelo sucesso profissional. Mesmo que o investidor não tenha intenção em revender o empreendimento, ele sempre procura fechar bons negócios, ou seja, o imóvel deve estar em amplo processo de valorização.

Para completar, o corretor de imóveis nunca vai encontrar esse público anunciando em classificados de jornais e portais imobiliários mais populares. O melhor jeito para entrar em contato com os compradores de imóveis de alto padrão e fazer suas possíveis captações é marcando presença em eventos sociais de luxo e construindo uma sólida rede de contatos.

Uma dica, cadastre essas oportunidades, captações em um CRM Imobiliário, você irá precisar fazer um trabalho de acompanhamento intenso com esses clientes até concretizar a venda. Portanto, convidamos você a conhecer a plataforma ville imob.

Sucesso e Boas vendas!

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