Mais conhecido como “vaquinha virtual”, o crowdfunding veio para ficar. Basicamente, trata-se de uma plataforma online em que empresas e pessoas físicas buscam captar dinheiro para colocar seus projetos em prática. Normalmente, os usuários que contribuem ganham algum benefício em troca. Por exemplo, quando um escrito cria uma campanha para angariar fundos e lançar seu livro, ele pode oferecer um ou mais exemplares do livro conforme a contribuição dos usuários.

 

Crowdfunding e o cenário brasileiro

Essa prática tem sido cada vez mais frequente no mercado brasileiro. Aliás, segundo uma pesquisa do Sebrae, 68% dos empreendedores acreditam no potencial de financiamento coletivo em seus negócios. Enquanto a prática engatinha no Brasil, ela já está consolidada em outros mercados. A plataforma brasileira Kickante projeta que o crowdfunding movimente em torno de 90 bilhões de dólares nos próximos dez anos, sendo que o Brasil deve representar 10% desse total.

Tudo bem, tudo ótimo, mas o que toda essa conversa tem a ver com o mercado imobiliário? Digamos que… muita coisa!

 

Aplicação no Mercado Imobiliário

Em 2015, nasceu, em Porto Alegre, o Urbe.me, o primeiro crowdfunding imobiliário do Brasil. A lógica é mais ou menos a mesma da apresentada acima. Incorporadoras parceiras apresentam projetos de empreendimentos imobiliários na plataforma online. Após uma rigorosa avaliação da equipe de especialistas do Urbe.me, levando em consideração rentabilidade estimada, inovação e impacto urbano, o projeto fica disponível para investidores.

Com investimento mínimo de 1 mil reais, os usuários devem fazer uma reserva de investimento e, em seguida, transferir o valor via TED bancário. Nisso, o investidor ganha um percentual sobre o Valor Geral de Vendas (VGV) do empreendimento. Por sua vez, as incorporadoras usam o dinheiro captado pela campanha para finalizar a obra.

Para se ter uma ideia, em 2015 a plataforma conseguiu arrecadar 1,28 milhão de reais para um empreendimento em São Paulo em apenas 90 dias. Para a construção de um edifício residencial em Porto Alegre, uma campanha captou 2,4 milhões de reais em pouco mais de duas semanas. É sempre bom saber mais sobre o Crowdfunding no mercado imobiliário.

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Conclusão

Em resumo, essa nova modalidade para viabilizar um negócio imobiliário surge como uma alternativa para as construtoras no Brasil que passam por um período de instabilidade financeira. Do ponto de vista de rendimento financeiro, é uma opção que, outrora, só era viável para grandes investidores. Afinal de contas, ter uma renda é o primeiro passo para a independência financeira.

De modo geral, o crowfunding no mercado imobiliário pode beneficiar todos os envolvidos, desde as incorporadoras até os investidores. Portanto, nada de fazer investimentos mirabolantes! Agora, você tem a vaquinha virtual como uma alternativa viável para investir nesse setor.

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Abraço e boas vendas!

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