Não é novidade que o Brasil enfrenta uma crise na economia. A realidade dura também chegou ao mercado imobiliário. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, responsável por 70% dos financiamentos imobiliários do país, diminuiu o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis no mês de junho, na comparação com o mesmo mês de 2014. A queda foi de 35,6%, segundo a ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

No primeiro semestre de 2015, foram destinados R$ 44,8 bilhões para aquisição e construção de casas e apartamentos, uma queda de 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Com esse resultado e a diminuição de seus recursos, a Caixa passou a estabelecer uma entrada mínima de 50% para compra de imóveis de até R$ 750 mil. Antes, o mínimo exigido era 20%.

Então, isso significa que os corretores de imóveis devem entrar em desespero? Não exatamente. Este pode não ser o melhor cenário para fechar negócios, mas eles ainda podem ser realizadas por meio de outras fontes de financiamento. Sem esquecer, é claro, de alternativas, como o aluguel. Confira como vender imóveis em tempo de crise.

Os outros 30%

Primeiramente, vamos trabalhar com o que temos de informação: se a Caixa é a responsável por 70% dos financiamentos de imóveis, o que você acha de começar a apostar nos outros 30%? As construtoras, incorporadoras e o próprio corretor podem incentivar o comprador a negociar financiamentos com bancos privados. As regras nessas instituições ainda não sofreram alterações. E a “carta na manga” na hora da negociação é antecipar ao cliente quais são as melhores condições disponíveis.

Facilitando a venda

A venda de lançamentos também pode ser facilitada através de negociações feitas diretamente com as próprias construtoras. Uma opção que deve ser devidamente destacada nas divulgações dos empreendimentos e nos contatos com os compradores. Se repassada de forma correta, essa informação pode até acelerar a venda dos novos imóveis.

Existe, ainda, a possibilidade de sugerir ao comprador que ele pague metade do imóvel durante o período de construção, deixando a outra parte do pagamento para depois da entrega das chaves, abrindo a oportunidade para que esse valor possa ser negociado mais facilmente com a Caixa.

Alternativas mais populares

Investir em imóveis populares é mais uma alternativa para garantir as vendas em tempos difíceis. As negociações dessas residências podem ser vinculadas ao programa “Minha Casa Minha Vida”, do governo federal. Os incentivos para esse tipo de construção são maiores.

Tudo depende, é claro, da situação financeira de quem pretende comprar. Vale lembrar, também, que não houve mudança nas regras para financiamento com utilização do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

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Não são poucas as saídas para continuar sobrevivendo no mercado imobiliário. Utilize essas alternativas para ter um impacto menor. Elas também vão mostrar a sua capacidade profissional.

Por isso, aproveite essa oportunidade para manter o vento a seu favor.

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